A MINHA AVÓ
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| Avó Olinda |
Aquela velhinha...Que tanto me amou,De quem, ainda hoje
Tão lembrada estou.
Nunca a esqueci,
Nem esquecerei.
Pois muito lhe devo,
Do pouco que sei.
Cheia de bondade,
Amor e Perdão,
Tinha-nos a todos,
No seu coração.
Quando eu era criança
Traquinices fazia,
E ela aos olhos...
Da minha Mãe escondia.
Todas as noites,
Com ela eu dormia,
E ambas rezávamos
A Virgem Maria.
Os anos passavam,
E eu ia crescendo,
Em contrapartida,
Ela, envelhecendo.
Que pena me dava,
Ao olhar para ela,
Quando a minha mão,
Tinha de ser a mão dela.
Já passaram alguns anos,
Morreu, mas p'ra mim,
É como que esteja aqui...
Bem junto de mim.
E é nestes versos,
Que eu resumo só,
Ser esta velhinha,
A minha querida Avó.
Por: GabiSilva
Bonito e enternecedor. Parabéns Gabi. Abraços
ResponderEliminarDemonstra aqui muito bem o amor por sua avó; bastante Humano, embora de raiz familiar, sua afeição lhe está a demonstrar.
ResponderEliminarMuito lindo e de louvar,
o amor por sua avó,
que bom, já não estou só,
no amor a demonstrar.
Demonstrei amor a meus pais
e a outros familiares mais,
hoje o demonstro também a si,
porque só ontem a conheci.
João da mestra, com amizade